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Em entrevista exclusiva ao Amor de Aço logo após a conquista do título baiano de 2015, o Gestor de Mercado do Bahia, Jorge Avancini conversou com nossa equipe e falou da importância do título para o clube no primeiro semestre.
Avancini primeiramente agradeceu o carinho da torcida com ele desde a sua chegada ao clube e que isso só fez confirmar o acerto na decisão em aceitar a proposta do presidente Marcelo Sant'ana e fazer parte desse desafio de resgatar o Bahia dos bons tempos.
Ele falou que ser campeão estadual valoriza essa primeira etapa da temporada e mesmo lamentando o Bahia não ter conquistado a final na Copa do Nordeste o gestor vê de forma positiva a participação do clube nesse campeonato.

Perguntado por um dos nossos integrantes sobre o trabalho que ele e sua equipe de mercado terão a partir de agora em trazer esse torcedor que comemorou o título baiano para se associar e assim fortalecer o clube para a principal meta do ano que é a volta para Serie A, Avancini prontamente confirmou a importância do torcedor tricolor fazer parte efetivamente do Esquadrão se tornando sócio e aos que já são sócios mas não estão em dia, que quitem seus meses em atraso para ajudar o clube e assim ter de volta seus benefícios.

"Só assim a gente vai poder ter um time ainda mais competitivo, ser mais vezes campeão, diminuir a diferença de arrecadação entre nós dos clubes do Rio e São Paulo e poder entrar sempre com um time mais forte do que no ano anterior. O Sócio tem que estar ao lado do clube nos momentos bons mas também nos ruins." - Jorge Avancini.

No final da entrevista, o gestor falou sobre os planos para o restante da temporada, disse que o número de sócio vem crescendo e que nos últimos 30 dias o Bahia teve mais de 700 novos torcedores se associando. Informou também que em breve o Tricolor deve apresentar um novo plano de sócios que deve ter acesso livre aos jogos do time na Arena, facilitando assim com que o torcedor esteja presente nos jogos. - " Logo logo lançaremos um novo plano integrado com a Arena Fonte Nova, que é um equipamento maravilhoso e agora é em definitivo a casa do Bahia. Aqui que o torcedor do Bahia vai se sentir a vontade e onde conquista os grandes títulos."

O vídeo da entrevista completa com Jorge Avancini você acompanha na íntegra em breve no nosso canal do youtube, não perca tempo e inscreva-se já: youtube.com/amordeaco
Imagem: ESPN

Na noite da última terça-feira (21/04/15), o Presidente do Bahia Marcelo Sant'Ana foi o convidado do programa "Bola da Vez" da ESPN, e para aqueles que pensam que ser jovem é motivo de inexperiência, percebeu durante toda entrevista que o jovem presidente tem uma visão moderna, é sensato e sabe muito bem do que estava falando.  
Foi apenas uma entrevista, mas pareceu uma palestra, não aquelas palestras chatas que você fica doido pra ir embora, mas aquelas em que o palestrante é tão bom que você não quer que acabe e fica querendo bis, a repercussão não poderia ter sido melhor, e ao longo do programa os torcedores de diversos clubes o elogiaram pelas redes sociais e se encantaram com a visão moderna do jovem cartola.  

O mesmo não teve papas na língua e falou sobre diversos assuntos, muitos deles polêmicos, ele afirmou que o modelo atual do campeonato Brasileiro e a distribuição de cotas é injusta e cobrou debate sobre a distribuição econômica, falou também que está aguardando a resposta em relação a participar da reunião de distribuição de cotas do ano de 2016, já que 4 clubes que estão na serie B irão subir e participar da competição provando que apesar de estar na serie B continua de olho na parte mais alta do futebol Brasileiro, e disse também que os clubes Brasileiros são desunidos e por isso o cenário do futebol não muda, e que o bom senso é um grande avanço em questão de valorizar o jogador, mas discordou em relação a alguns pontos como a questão de pagar salários em dias, onde o jogador cobra  salários tão altos, e em relação ao calendário, que tem que ser bom para ambas as partes, clube e jogador, comentou sobre a valorização da base e o alto número de garotos no elenco profissional, afirmando que é perigoso mas que confia nos jovens do clube, e que negou a sondagens de clubes Brasileiro pelo jogador que subiu da base tricolor Bruno Paulista.  

E para encerrar o cartola disse que o maior rival do Esporte Clube Bahia é a praia e a emissora Globo e não o Vitória, até porque o jogo é apenas 90 minutos e não acontece com tanta frequência, sendo que atrair o torcedor numa tarde de domingo numa capital que tem belíssimas praias é um tanto complicado, e a Globo na questão do interior, a emissora prefere passar jogos dos times do Rio e São Paulo ao invés de passar os da Bahia, e nesse quesito acabamos perdendo torcedores para os times de fora, mas que é preferível que o torcedor acabe errando e torcendo pro Vitória do que para times de fora do estado, ele afirmou que o clube antes de querer ser grande em outros estados, é necessário que seja grande no seu próprio estado e depois vá para os estados onde são carentes de time. 
Para os torcedores que não puderam assistir a entrevista a reprise será hoje as 18:30h no canal ESPN +.  

Confira abaixo os principais comentários de torcedores do Bahia e de outros clubes no twitter:


















Na manhã da última segunda-feira a equipe do Amor de Aço realizou uma entrevista com o jornalista esportivo Darino Sena, comentarista de futebol da TV Bahia. Em um papo descontraído com o jornalista esportivo, fizemos perguntas sobre escolhas profissionais, o Bahia dentro e fora de campo e muitos mais. Confira tudo na íntegra a seguir:

[Amor de Aço] O que te fez escolher o jornalismo, especialmente a área esportiva?
Darino: Na verdade o que me fez escolher o jornalismo foi o amor pelo futebol. Eu queria trabalhar com futebol de qualquer maneira. Era uma obsessão. Tentei ser jogador, mas a verdade é que sou péssimo. (risos) Tentei de tudo. Ser zagueiro, goleiro, atacante... Fiz peneiras em Bahia e Vitória. Mas vi que não tinha talento, me conformei com e fui em busca de algo que tivesse afinidade. Fiquei com dúvida entre duas coisas: educação física e jornalismo. Na primeira, poderia ser preparador físico ou treinador. Mas sempre tive mais afinidade com comunicação. Sempre gostei de ler muito, me informar sobre o esporte. Só não imaginava que ia chegar na televisão. Tive experiências em rádio e internet, mas nunca planejei ser comentarista. Na infância, meu sonho era ser narrador. Eu até pratiquei muito isso jogando botão (risos). Mas as coisas foram acontecendo e aqui estou.

[Amor de Aço] Você aceitaria sair hoje da TV para fazer parte de um projeto novo em algum clube?
Darino: Não. Estou focado na minha carreira na TV. Já trabalhei no próprio Bahia por seis anos. Foi uma experiência maravilhosa. Trabalhei no Vitória, também na assessoria de imprensa. Foram etapas fundamentais para o meu crescimento profissional. Mas já tem cinco anos que sou comentarista. Estou feliz. Conquistei meu espaço e pretendo seguir assim.

[Amor de Aço] Se você estivesse à frente no comando do Bahia, qual seria suas ações quanto ao futebol?
Darino: Primeiro, não tenho essa pretensão. Mas sobre o futebol do clube, me agrada o que a atual gestão tem feito nesse início. Valorização da base, contratações dentro da realidade financeira do clube, time com uma filosofia de jogo ofensiva, um resgate de um estilo que marcou o Bahia nos grandes momentos de sua história. Torço pra que continue nesse caminho.



[Amor de Aço] Falando sobre a chegada de Avancini, novo diretor de Marketing do clube, o que você acha desse nome e o que espera dele?
Darino: Gostei muito dessa contratação. Esse cargo normalmente é ocupado por indicações políticas e não pela capacidade técnica. O Bahia fez diferente. Avancini dispensa apresentações. Fez um belíssimo trabalho no Internacional. Bacana também a atitude de ir lá e tirá-lo de um clube do tamanho do Inter. Agora estou na expectativa do que ele vai fazer. Se vai mesmo implementar as mudanças pra fortalecer o projeto de sócios do Bahia e alavancar receitas. O Bahia nunca teve um plano de sócios satisfatório. Esse é o desafio. Ainda é muito cedo para fazer uma avaliação. Mas a chegada dele mostra que finalmente o clube encara o sócio-torcedor como prioridade.

[Amor de Aço] Sobre a questão da torcida do Bahia não ser tão presente na Arena, você acredita que se deve ao quê? 
Darino: Primeiro vamos fazer uma autocrítica aos times do Bahia nesses anos de arena: foram horríveis. Estreou no estádio em 2013 tomando goleadas históricas do Vitória. No segundo semestre, sofrimento e quase caiu. Veio 2014, chegou a ganhar o Baiano, mas foi um desastre na Copa do Brasil e Nordestão, além de ter sido rebaixado. O torcedor não é burro. Não vai sair de casa para ver um espetáculo ruim, ainda mais com a comodidade de assistir pela televisão. Com o futebol europeu tão próximo do nosso dia a dia, num nível de excelência muito superior ao nosso, o torcedor ficou ainda mais exigente. A política de preços da Fonte Nova, no começo, foi equivocada. Mas eles têm feito esforços pra rever isso, com promoções, redução de valores. O que tem que melhorar é o acesso, principalmente a compra de ingressos na bilheteria, pouco antes da bola rolar. A gente houve reclamações constantes do torcedor. O pessoal da arena culpa a falta de antecipação na compra. Mas isso é um hábito da torcida baiana. Não vai mudar a curto prazo. A Fonte Nova tem que se adaptar. Mas, repito: o principal fator da baixa presença de público sem dúvida ainda é a desconfiança. É uma herança maldita dos péssimos times que o tricolor teve que aturar nos últimos anos.



[Amor de Aço] O Elenco desse primeiro semestre, quais os pontos negativos e positivos que você já enxerga?
Darino: Ainda não dá para ver todas as deficiências do elenco do Bahia, porque ele ainda não foi testado contra times do nível de dificuldade que vai enfrentar na Série B, por exemplo. Mas já dá pra notar que falta um zagueiro para fazer dupla com Titi. Chicão, Thales e Adriano Alves não se firmaram. A esperança é o garoto Robson, que tem feito bons jogos. Nas laterais, Tony me surpreendeu, mas não tem substituto, já que Railan não volta tão cedo. Na esquerda, Carlos tem potencial, mas ainda é “muito verde”. Patric também não parece estar pronto. Já no setor ofensivo, o Bahia vai precisar contratar um centroavante ao menos pra compor o elenco. São muitos jogadores de velocidade, que atuam pelos lados. Falta um definidor no banco. Léo Gamalho não vai jogar todos os jogos. Kieza a gente não sabe se vai renovar. Na base não gente com esse perfil.

 [Amor de Aço] E a tática do time em campo, o que você destaca de Sérgio Soares como influência disso?
Darino: Futebol hoje é posse de bola, troca de passes, variação tática. Por ora, o Bahia tem mostrado isso. Mas, repito, faltam grandes testes. O nível dos adversários que o tricolor enfrentou até agora prejudica uma avaliação do real potencial do time de Sérgio Soares. O principal desafio do Sérgio é manter essa mentalidade ofensiva e achar um equilíbrio, pra que o Bahia não fique vulnerável a contra-ataques, principalmente jogando em casa, por exemplo. Independentemente do que aconteça daqui pra frente, já é positiva essa preocupação do técnico em implementar uma filosofia ofensiva, uma tradição do clube que acabou se perdendo nos últimos anos. Outro mérito do treinador foi a flexibilidade quanto a forma de jogar. Ele começou jogando de um jeito, mas foi conhecendo o elenco e adaptou a equipe às características dos melhores jogadores. Encaixou o trio Léo, Maxi e Kieza graças a essa sensibilidade.

[Amor de Aço] Sobre Jeanzinho, hoje ele é titular do time e tem na concorrência Omar e Douglas Pires que são bons goleiros também. Será que ele se manterá assim até o final da temporada?
Darino: Ele é um goleiro muito promissor, mas acho muito precoce essa titularidade. Ele não está pronto ainda e o Bahia não pode correr o risco que “queimar” um menino tão talentoso. Foi ótima essa experiência dele, pra mostrar serviço, pra mostrar que tem futuro, pra ganhar confiança nessa fase final da formação dele. Mas o Bahia tem outros dois goleiros mais experientes e de ótimo nível técnico, que são Omar e Douglas. Meu titular seria Douglas. Essa oferta de bons talentos na posição tem muito a ver com o preparador de goleiros Ricardo Palmeira, que está há muito tempo no Bahia e é um dos principais craques do futebol brasileiro na função. Conheço bem o trabalho de Ricardo. Ele é excepcional.

[Amor de Aço] E a ida dele para a Seleção, qual a sua análise?
Darino: Merecida e importante. Ele deve perder a vaga no time por causa disso, mas é o que eu falei, o Jean ainda é um goleiro em formação. A ida dele pra seleção dá visibilidade a ele e ao trabalho de base o clube, além de abrir uma brecha pra Douglas se firmar, sem desgastar o Jean.

[Amor de Aço] Quais as causas das oscilações dos dois principais garotos vindos da base (Bruno Paulista e Rômulo)?
Darino: Absolutamente natural. Eles ainda não estão ai para resolver e sim para compor. Sérgio entendeu isso e tirou o peso dos dois quando ficaram muito expostos à pressão. Desde que Rômulo saiu, o time vem dando certo com os três atacantes. Agora, quando ele entra, tem menos responsabilidade e mais tranquilidade pra jogar o que sabe. A saída de Bruno Paulista, num primeiro momento, entendi, mas agora não se justifica. Ele é acima da média nesse elenco do Bahia. Pela característica dele, que é um cara que marca forte e tem qualidade no passe, uma boa chegada à frente, Bruno é fundamental pro equilíbrio tático que Sérgio tem buscado. Bruno caiu de produção um pouco no começo do ano, mas já voltou a jogar bem. No meu time, ele não seria reserva de jeito nenhum. Bruno tem que ter uma sequência pra se firmar como bom jogador que ele promete ser. Tem que jogar.

[Amor de Aço] Foi dito muito sobre a volta de Ávine tempos atrás e agora não temos mais notícias, você acredita que ele ainda retorna aos gramados?
Darino: Ávine é um cara que eu conheço há 15 anos. O vi jogar a primeira vez ainda no juvenil, num time que tinha Bruno César e Danilo Rios. Ávine é um símbolo no Bahia, mas eu não acredito que ele volte. Pelas informações de pessoas do próprio clube, é muito difícil. Espero que ele termine o contrato e que possa trabalhar de alguma forma no Bahia. Achei muito bacana a atitude do clube com ele, de renovar contrato, mantê-lo em contato com o elenco, a comissão. É um reconhecimento importante por tudo que ele fez.

[Amor de Aço] Sobre o Campeonato Baiano, hoje temos uma fórmula como os demais no Brasil. Você acha que pode ser feito uma alteração para que deixe ele mais atraente?
Darino: É preciso ter algo que equalize esse primeiro semestre, tanto para os times grandes como para os pequenos.  De repente, fazer um Campeonato Baiano que comece desde o ano anterior ao invés de ter a Copa Governador do Estado no segundo semestre. Seria uma fase classificatória pra reta final, com Bahia e Vitória, no início do ano. Você manteria os clubes menores em atividade por mais tempo e valorizaria a disputa entre eles, premiando as fases preliminares com vagas em competições nacionais, como o Nordeste, Copa do Brasil e Série D. Ao mesmo tempo, Bahia e Vitória teriam mais tempo de pré-temporada e um calendário mais folgado.

[Amor de Aço] E quanto ao Brasileirão, manteria como está ou mudaria?
Darino: Ao contrário da maioria absoluta dos meus colegas de imprensa, sou radicalmente a favor do “mata-mata”. Da forma que eu gostaria, seriam só mais seis datas no calendário. Bastaria reduzir o Estadual um pouco. Manteria o turno e returno, com os 20 times, todos contra todos. Os oito melhores iriam para o mata-mata das quartas, semis e finais. A volta do mata-mata é a redemocratização do sonho de ser campeão brasileiro. Com o disparate econômico cada vez mais acentuado entre os clubes grandes e médios, nós do Nordeste não podemos nem sonhar em ser campeões brasileiros, como Bahia já fo um dia. A disputa fica limitada a uma panelinha. O campeonato fica previsível e chato. O argumento de que a fórmula deixa de valorizar quem tem mais estrutura é falso. Esses sempre vão chegar. Mas o mata-mata abre a possibilidade pra outros também pleitearem a taça de vez em quando.

Após o empate por 1 a 1 diante do Serrano fora de casa, os jogadores do Bahia tentaram encontrar um culpado pelo tropeço na primeira partida das semifinais do Campeonato Baiano, nesta quarta-feira. Jeam, de cabeça, anotou o único gol tricolor.

Para o técnico Marquinhos Santos, o estado do gramado do estádio Roberto Pereira prejudicou o futebol de sua equipe no início da partida: "Sabíamos da dificuldade que teríamos com o campo, principalmente pela marcação que o Serrano exerceria. Eles souberam jogar em função do campo. Já sabíamos que teríamos essa dificuldade", revelou o treinador.

Saindo atrás do placar na cidade de Teixeira de Freitas, Marquinhos Santos ainda destacou a evolução da equipe na segunda etapa, mesmo não conseguindo a virada.

"Na segunda etapa, fizemos uma alteração tática, e o time melhorou. Adiantamos o Diego e o Guilherme, e a equipe ganhou em profundidade. Empatamos a partida e podíamos até ter virado."

O lateral-direito Diego Macedo chegou à Salvador na terça-feira (18), e treinou com o time titular apenas na sexta e no sábado. No domingo, foi titular no Ba-Vi e se destacou sendo escolhido como um dos melhores jogadores em campo. 

“Foi tudo como eu esperava, atuei bem e pude ajudar a equipe. A torcida foi maravilhosa, lotando o estádio. Pude me sentir em casa com isso e espero que nos próximos jogos que tiver, a casa possa estar mais cheia ainda para poder apoiar a gente”. 

O próximo desafio do Bahia agora é a semifinal do Campeonato Baiano. O Esquadrão de Aço enfrentará o Serrano, com o primeiro jogo em Teixeira de Freitas e o segundo na Fonte Nova. 

“Os jogadores do Bahia mostraram que somos jogadores de verdade. Na semifinal, vamos tentar fazer um grande resultado lá na quarta-feira, para poder decidir em casa”.