No Santos, o treinador Muricy Ramalho deu o primeiro passo para dar um
fim ao período de concentração entre os jogadores. Luis Filipe Scolari,
do Palmeiras, acredita que ainda não é possível tomar essa atitude no
Brasil. O motivo seria o comportamento de atletas que gostam de curtir a
noite de São Paulo.
O fim da concentração entre os jogadores de futebol ganhou mais um adepto. O meia Morais falou sobre o assunto e diz não gostar do regime fechado.
- Sem dúvidas. A cultura do jogador brasileiro é que ainda não permite que se tira a concentração. Um ou outro acaba ferrando com todo mundo, mas isso está acabando. Não existem mais jogador que faz farra e depois chega em campo e arrebenta. Esse tipo de atleta tá perdendo mercado. Logo isso vai acabar, pode acreditar – comentou.
Nos próximos nove dias, que envolve os dois jogos contra o Vitória da Conquista e o primeiro confronto diante da Portuguesa, o elenco tricolor terá apenas duas noites livres. Morais, que é contra a concentração, acredita que o sacrifício é válido para buscar os títulos.
- Sacrifício é a palavra. Jogar quinta e domingo é complicado. Jogamos forte na quinta, com a necessidade do placar, e nem ganhamos três dias de descanso. Odeio concentrar. Prefiro ficar em casa com minha família – concluiu.
Fonte: Bahia Notícias





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