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Política de base: Seria a consolidação do Esquadrão?

Por: | quinta-feira, novembro 22, 2012 2 comentários
O ESQUADRÃO DE AÇO foi mais uma vez convidado para participar de uma competição nacional nas categorias de base. Desta vez, o convite foi para o Campeonato Brasileiro sub-17, que será realizado no estado do Rio Grande do Sul, assim como acontece com o Brasileirão sub-20.

O Bahia, uma das referências em divisão de base no país, será o único represente do estado na competição, que contará com 20 equipes, a maioria delas representantes da série A do Campeonato Brasileiro profissional. Os times serão divididos em quatro grupos de cinco.

O Bahia está no grupo C, junto com Grêmio/RS, Fluminense/RJ, Atlético Mineiro e Portuguesa/SP. A sede desta chave será em Eldorado do Sul, com as partidas sendo realizadas no CT Hélio Dourado.

Os jogos terão transmissão do canal Sportv.
Este convite, assim como as várias convocações para as seleções de base de atletas do Tricolor de Aço, mais uma vez atesta o belo trabalho que é feito na base do Esquadrão, embora muito ainda precise ser feito para tentar chegar ao nível de excelência. 

Porém, não basta apenas fazer um bom trabalho, ou seja, formar jogadores de qualidade em casa, sem ter um planejamento estabelecido para o aproveitamento natural destes atletas no elenco profissional. Claro que o acesso dos jogadores ao time profissional tem que ser de forma equilibrada e com critério, afinal, nem todo atleta da base é bom.

Assim, é preciso que além de uma boa divisão de base, o Bahia passe a ter uma política de base, ou seja, formar os atletas com a finalidade principal de servir ao time profissional de forma natural, sem traumas ou receios, proporcionando ao clube um ganho técnico e até mesmo financeiro, com economia em contratações e principalmente com possíveis vendas.

Desta forma, está mais do que na hora do Clube adotar a seguinte frase como filosofia: CRAQUE DO ESQUADRÃO É FEITO EM CASA!

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  1. É exatamente este o espírito. É preciso construir uma política de base que ainda não existe. Esta política tem que preparar os atletas da base tecnica, fisica e taticamente para ascenderem de forma mais natural ao profissional. Desta forma acaba-se com o atual "medo" que todo treinador que aqui chega tem de lançar os garotos.

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  2. Concordo! o trabalho é bom, mas como você bem disse não basta apenas fazer um bom trabalho,a politica de base inclui aproveitar os mesmos no elenco principal,e isso tem que ser trabalhado.

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